Para ser sócio da Casota basta enviar um email para acasota@gmail.com com o seu nome, morada completa, nº de contribuinte e endereço electrónico e pagar uma anuidade de apenas 12€. Os donativos podem ser feitos por Transferência Bancária para a conta com o número 0360040423730 da Caixa Geral de Depósitos.
O NIB para transferência entre bancos nacionais:
0035.0360.00040423730.17
O IBAN para transferências internacionais:
PT50003503600004042373017
Ou através de Cheque dirigido a "A Casota- Associação Guardense de protecção de Animais" que deve ser enviado para a Rua Dr Lopo de Carvalho nº37 6300-700 Guarda ou em campanhas realizadas pela Casota deixando o donativo à responsabilidade de um dos voluntários que se encontrem devidamente identificados com um cartão da Associação.
Qualquer donativo terá direito a recibo.
Solicitamos aos nossos associados que desejem pagar a quotização por transferência bancária, o favor de nos enviarem um email para acasota@gmail.com a dar conta do montante e data da referida transferência.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
CAMPANHA ANTI-RÁBICA
Vacinação anti-rábica e identificação electrónica dos cães para o ano 2010
http://www.drapal.min-agricultura.pt/informacaoes/legislacao/Vacinacao_anti_rabica.pdf
http://www.drapal.min-agricultura.pt/informacaoes/legislacao/Vacinacao_anti_rabica.pdf
segunda-feira, 26 de abril de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quarta-feira, 31 de março de 2010

Por Favor Esteja Na Marcha-Protesto do Próximo dia 10 de Abril, Sábado
A Sua Presença É Fundamental e Insubstituível
A ANIMAL volta a convidar todas/os as/os defensoras/es dos animais (Cidadãs/ãos comuns e Grupos de Protecção dos Animais) a comparecerem neste dia, pelas 14h, no Campo Pequeno, local onde se concentrarão os manifestantes, e de onde sairão, em marcha, pelas 15h30m, em direcção ao Parlamento. Dadas as recentes notícias relativas à promoção das touradas pelo Governo Português, esta manifestação tem um especial ângulo anti-touradas, contudo, não será *somente* anti-touradas;
será uma tomada de posição em defesa de todos os animais!
A convite da ANIMAL estarão presentes várias organizações internacionais suas parceiras
Todas as pessoas são encorajadas a trazerem os seus próprios materiais (cartazes e faixas, etc.), se assim o quiserem fazer, desde que estes não incluam ofensas
Por favor Não traga Animais Para o Protesto; não é o local indicado para elas/eles estarem, considerando as variáveis que um evento deste tipo pode propiciar
Este evento vem no seguimento do trabalho em Defesa dos Direitos dos Animais que A ANIMAL tem desenvolvido, e deve decorrer dentro da mesma linha de acção e comunicação desta Organização: De Forma Firme, mas Sempre Pacífica, e Dentro dos Termos da Lei
Relembramos que teremos autocarros disponíveis (gratuitos) para trazer activistas do sul e do norte do país, mediante prévia inscrição.
(A Passagem em Aveiro acaba de ser acrescentada).
Por favor queira garantir o seu lugar, enviando um e-mail para rita.silva@animal.org.pt com o seu nome, número de telefone e local de embarque (dos abaixo referidos):
Autocarro 1 Porto – Aveiro – Lisboa – Aveiro – Porto
Autocarro 2 Portimão – Faro – Lisboa – Faro – Portimão
Nota: a informação relativa aos horários e localização dos autocarros será, posteriormente, enviada para as/os inscritas/os
segunda-feira, 1 de março de 2010
Morrer como um touro
O Ministério da Cultura resolveu criar uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura a pretexto de que lidar touros seria uma tradição cultural portuguesa a preservar. Mas a tradição é mais antiga, do tempo em que humanos e animais lutavam na arena para excitar os nervos da multidão com o sangue e a morte anunciada. A piedade, que é um valor mais antigo do que Cristo, veio, na sua interpretação cristã, salvar disto os humanos. Esqueceu-se, porém, dos animais.
Há um momento nas touradas em que o touro, muito ferido já pelas bandarilhas, o sangue a escorrer, cansado pelos cavalos e as capas, titubeia e parece ir desistir. Afasta-se para as tábuas. Cheira o céu. Vêm os homens e incitam-no. A multidão agita-se e delira com o sangue. O touro sabe que vai morrer. Só os imbecis podem pensar que os animais não sabem. Os empregados dos matadouros, profissionais da sensibilidade embaciada, conhecem o momento em que os animais “cheiram” a morte iminente. Por desespero, coragem ou raiva (não é o mesmo?), o touro arremete pela última vez. Em Espanha morre. Aqui, neste país de maricas, é levado lá para fora para, como é que se diz? ah sim: ser abatido. A multidão retira-se humanamente, portuguesmente, de barriga cheia de cultura portuguesa, na tradição milenar à qual nenhuma piedade chegou
Os toureiros têm pose que se fartam (e com a qual fartam toda a gente). Pose de hombre, pose de macho. Mas os riscos que de facto correm são infinitamente menores que a sorte que inevitavelmente espera os touros, que o sofrimento e a desorientação que infligem aos touros para o seu próprio prazer e o da multidão. Dá vontade de dizer que quem se porta assim, quem mostra orgulho de se portar assim, tem entre as pernas, e não apenas literalmente, órgãos bem mais pequenos que aqueles que os touros exibem. Os toureiros são corajosos mas entram na arena sabendo que haverá sempre quem os safe, senão à primeira colhida, então à segunda. Às vezes aleijam-se a sério e às vezes morrem, o que talvez prove que os deuses da Antiguidade são justos, vingativos e amigos de todos os animais por igual. Os touros, esses, não têm ninguém que os vá safar em situação de risco, estão absolutamente sós perante a morte. Querem os toureiros ser hombres até ao fim? Experimentem ser tão homens como eram os homens e os animais na Antiguidade: se ficarem no chão, fiquem no chão. Morram na arena. É cultura. A senhora ministra da Cultura certamente compensará tão antigo costume.
Também era da tradição, em Portugal por exemplo, executar em público os condenados, bater nas mulheres, escravizar pessoas. Foi assim durante milénios. Ninguém via mal nenhum nisso a não ser, confusamente, com dúvidas, as próprias vítimas. Até que a piedade, na sua interpretação moderna e laica, acabou com tão veneráveis tradições.
Que será preciso para acabar com a tradição da tourada? Que sobressalto do coração será necessário para despertar em nós a piedade pelos animais?
- Paulo Varela Gomes (Historiador), “Cartas do Interior”, Público, 27.02.2010, P2, p.3
Há um momento nas touradas em que o touro, muito ferido já pelas bandarilhas, o sangue a escorrer, cansado pelos cavalos e as capas, titubeia e parece ir desistir. Afasta-se para as tábuas. Cheira o céu. Vêm os homens e incitam-no. A multidão agita-se e delira com o sangue. O touro sabe que vai morrer. Só os imbecis podem pensar que os animais não sabem. Os empregados dos matadouros, profissionais da sensibilidade embaciada, conhecem o momento em que os animais “cheiram” a morte iminente. Por desespero, coragem ou raiva (não é o mesmo?), o touro arremete pela última vez. Em Espanha morre. Aqui, neste país de maricas, é levado lá para fora para, como é que se diz? ah sim: ser abatido. A multidão retira-se humanamente, portuguesmente, de barriga cheia de cultura portuguesa, na tradição milenar à qual nenhuma piedade chegou
Os toureiros têm pose que se fartam (e com a qual fartam toda a gente). Pose de hombre, pose de macho. Mas os riscos que de facto correm são infinitamente menores que a sorte que inevitavelmente espera os touros, que o sofrimento e a desorientação que infligem aos touros para o seu próprio prazer e o da multidão. Dá vontade de dizer que quem se porta assim, quem mostra orgulho de se portar assim, tem entre as pernas, e não apenas literalmente, órgãos bem mais pequenos que aqueles que os touros exibem. Os toureiros são corajosos mas entram na arena sabendo que haverá sempre quem os safe, senão à primeira colhida, então à segunda. Às vezes aleijam-se a sério e às vezes morrem, o que talvez prove que os deuses da Antiguidade são justos, vingativos e amigos de todos os animais por igual. Os touros, esses, não têm ninguém que os vá safar em situação de risco, estão absolutamente sós perante a morte. Querem os toureiros ser hombres até ao fim? Experimentem ser tão homens como eram os homens e os animais na Antiguidade: se ficarem no chão, fiquem no chão. Morram na arena. É cultura. A senhora ministra da Cultura certamente compensará tão antigo costume.
Também era da tradição, em Portugal por exemplo, executar em público os condenados, bater nas mulheres, escravizar pessoas. Foi assim durante milénios. Ninguém via mal nenhum nisso a não ser, confusamente, com dúvidas, as próprias vítimas. Até que a piedade, na sua interpretação moderna e laica, acabou com tão veneráveis tradições.
Que será preciso para acabar com a tradição da tourada? Que sobressalto do coração será necessário para despertar em nós a piedade pelos animais?
- Paulo Varela Gomes (Historiador), “Cartas do Interior”, Público, 27.02.2010, P2, p.3
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Gostaríamos de fazer nossas as palavras de Manuel António Pina (Jornal de Notícias 23/02/2010):
"Viva la muerte"
"Só nos faltava esta: uma ministra da Cultura para quem divertir-se com o sofrimento e morte de animais é... cultura. Anote-se o seu nome, porque ele ficará nos anais das costas largas que a "cultura" tinha no século XXI em Portugal: Gabriela Canavilhas. É esse o nome que assina o ominoso despacho publicado ontem no DR criando uma "Secção de Tauromaquia" no Conselho Nacional de Cultura. Ninguém se espante se, a seguir, vier uma "Secção de Lutas de Cães" ou mesmo, quem sabe?, uma de "Mutilação Genital Feminina", outras respeitáveis tradições culturais que, como a tauromaquia, há que "dignificar".
O património arquitectónico cai aos bocados? A ministra foi ali ao lado "dignificar" as touradas. O património arqueológico degrada-se? Chove nos museus, não há pessoal, visitantes ainda menos? O teatro, o cinema, a dança, morrem à míngua? Os jovens não lêem? As artes estiolam? A ministra foi aos touros e grita "olés" e pede orelhas e sangue no Campo Pequeno. Diz-se que Canavilhas toca piano. Provavelmente também fala Francês. E houve quem tenha julgado que isso basta para se ser ministro da Cultura...
Por favor, assine e divulgue a petição pública aqui solicitando o
cancelamento da anunciada secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura, bem como a suspensão de quaisquer apoios, directos ou indirectos, do Estado às actividades tauromáquicas, incluindo a sua transmissão pela televisão pública
"Viva la muerte"
"Só nos faltava esta: uma ministra da Cultura para quem divertir-se com o sofrimento e morte de animais é... cultura. Anote-se o seu nome, porque ele ficará nos anais das costas largas que a "cultura" tinha no século XXI em Portugal: Gabriela Canavilhas. É esse o nome que assina o ominoso despacho publicado ontem no DR criando uma "Secção de Tauromaquia" no Conselho Nacional de Cultura. Ninguém se espante se, a seguir, vier uma "Secção de Lutas de Cães" ou mesmo, quem sabe?, uma de "Mutilação Genital Feminina", outras respeitáveis tradições culturais que, como a tauromaquia, há que "dignificar".
O património arquitectónico cai aos bocados? A ministra foi ali ao lado "dignificar" as touradas. O património arqueológico degrada-se? Chove nos museus, não há pessoal, visitantes ainda menos? O teatro, o cinema, a dança, morrem à míngua? Os jovens não lêem? As artes estiolam? A ministra foi aos touros e grita "olés" e pede orelhas e sangue no Campo Pequeno. Diz-se que Canavilhas toca piano. Provavelmente também fala Francês. E houve quem tenha julgado que isso basta para se ser ministro da Cultura...
Por favor, assine e divulgue a petição pública aqui solicitando o
cancelamento da anunciada secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura, bem como a suspensão de quaisquer apoios, directos ou indirectos, do Estado às actividades tauromáquicas, incluindo a sua transmissão pela televisão pública
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Vá de férias e ... não se esqueça do seu animal de estimação
Onde posso ficar
Amicão - Gaia
APAAE - Abrigo de S.Lázaro
Azeicão
Canicoimbra
Canil de Boliqueime
Canil Val de Palmela
Casa Dourada - Vila do Conde
Cães e coisas: Foz do Douro
CãoRação - Cascais
Dears Valley- Famalicão
Dogs Spa
Gatil 7 vidas
Holiday pet
Hotel Quinta da Fonte
Hotel do Cão
Hotel para cães e gatos
Hotel Snoopy- Setúbal
House of pets
Hotel e Escola Canina de Aveiro
Hotel para gatos
Monte dos Vendavais
Nort Dog
Pethotel
Pethotel Monte Burgos
Petsitter
Petsitting
Quinta da Bicharada- Arruda dos Vinhos
Quinta da Ramalhoa
Quinta das Patinhas
Quinta das Tílias
Quinta do Covo
Quinta Mosteiro: Guimarães
Super cão
Terras de Arunce
Transporpet
Vila cannis
Ócio do Cão
APAAE - Abrigo de S.Lázaro
Azeicão
Canicoimbra
Canil de Boliqueime
Canil Val de Palmela
Casa Dourada - Vila do Conde
Cães e coisas: Foz do Douro
CãoRação - Cascais
Dears Valley- Famalicão
Dogs Spa
Gatil 7 vidas
Holiday pet
Hotel Quinta da Fonte
Hotel do Cão
Hotel para cães e gatos
Hotel Snoopy- Setúbal
House of pets
Hotel e Escola Canina de Aveiro
Hotel para gatos
Monte dos Vendavais
Nort Dog
Pethotel
Pethotel Monte Burgos
Petsitter
Petsitting
Quinta da Bicharada- Arruda dos Vinhos
Quinta da Ramalhoa
Quinta das Patinhas
Quinta das Tílias
Quinta do Covo
Quinta Mosteiro: Guimarães
Super cão
Terras de Arunce
Transporpet
Vila cannis
Ócio do Cão
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
ANIMAIS PARA ADOPTAR NO CANIL MUNICIPAL DA GUARDA
A selecção de fotografias de alguns animais, que se encontram para adopção no Canil Municipal, é da inteira responsabilidade da Câmara Municipal da Guarda
FARRUSCA -ADOPTADA

DONINHA- ADOPTADA

BROWN
CATITA - ADOPTADA
TOMY- ADOPTADO

FARRUSCA -ADOPTADA


DONINHA- ADOPTADA

BROWN
CATITA - ADOPTADATOMY- ADOPTADO

RINGO - ADOPTADO
NIKITA - ADOPTADA

CASTANHA - ADOPTADA P'CASOTA
Para mais informação escreva para acasota@gmail.com ou visite a página da Câmara Municipal da Guardahttp://www.mun-guarda.pt/index.asp?idEdicao=51&idSeccao=778&id=779&action=noticia
NIKITA - ADOPTADA
LINDA - ADOPTADA
LEÕA - ADOPTADA
FOFO - ADOPTADO
FIFIAS - ADOPTADO
FANECA - ADOPTADA
LEÃO - ADOPTADO

CASTANHA - ADOPTADA P'CASOTA
Para mais informação escreva para acasota@gmail.com ou visite a página da Câmara Municipal da Guardahttp://www.mun-guarda.pt/index.asp?idEdicao=51&idSeccao=778&id=779&action=noticia
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